O mais cru dos panos,almiscarado,serviu para limpar as cinzas que ficaram no peso dos meus ombros.
Fustigada pela ausência de vida,durante um tempo ausentei-me de minha essência mas conquistei coisas que não tinha visto outr(a)(h)ora.
Avistei o mundo quando saída de uma alegoria da caverna.
O meu sorriso é mais sincero agora que nada devo a quem me cobrou
e sou pátio de brincadeiras e risadas iminentes.
A necessidade da claridade e da luz é intensa
mas continuo a gostar que a chuva que molhe os pés e me regue.
Sou infinito de aprendiz,
passageira galáctica,pedra perdida no espaço.
Vem contra mim,podes ser alguém importante para mim.
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