Áspero amor, violeta coroada de espinhos...
Arbusto entre tantas paixões erguidas,
Lança das dores, coroa da ira,
Por quais caminhos e como te dirigiu a minha alma?
Por que precipitaste teu fogo doloroso,Repentinamente,
entre as folhas frias do meu caminho?
Quem te ensinou os passos que te levaram a mim?
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